Há um ano atrás, 06 de dezembro de 2008, eu estava voltando para casa, para o meu chão, depois de ter passado um período no inferno.
Até hoje me pergunto como fui me enganar tanto, apesar de todos os avisos que me deram para não ir, que o lugar era bom para passar uns cinco dias, primitivo para quem conhece civilidade e que o normal é que viessem para cá. Mas eu estava enfeitiçada, havia tido uma amostra arquitetadamente montada para me enganar. E, naquele inferno, habitado por uma maioria de pessoas maldosas, interesseiras e semi-analfabetas, que estão vendendo descaradamente pedaços do Brasil aos estrangeiros, pois são preguiçosos quase todos, eu vi o diabo várias vezes.
De praias que nem de longe são as mais bonitas, um sol amarelo escuro, sem aquela claridade luminosa daqui ou do Rio de Janeiro. Falta Bahia naquele lugar! A comida é horrível, somente 22% da Capital tem rede de esgoto, as ruas esburacadas com sujeira escorrendo pelos becos, a miséria o tempo inteiro rondando, ninguém faz nada, não há reação, não se importam. Hospitais sucateados, escolas abandonadas, falta total de higiene em todos os lugares. Fui roubada, assaltada, enganada, lubridiada, humilhada, mal tratada, explorada e abandonada.
Passou. Como eu disse, faz um ano que estou em casa, não sinto mais dor, tudo dá certo, Estou mais bonita, sou sorriso constante, olhos que brilham.
Quero aqui agradecer algumas pessoas que cuidaram de mim no meu pós-trauma e foram primordiais para minha recuperação.
RAFAELLA CAROLINE - Ao meu lado, o tempo inteiro, nunca reclamou. Só amou e segurou a minha mão.
DOUTOR - Nunca deixou de acreditar em mim, mostrou que sempre foi meu melhor amigo. Moveu montanha, realizou o resgate. A melhor pessoa que já conheci!
RACHEL MAUAD - Me avisou antes, viu o demônio mascarado. Fez lembrar quem eu sou quando voltei.
FÁBIA - A excessão! Minha consolação, quem me estendeu a mão.
CLAUDIA - Não me julgou, mesmo podendo.
JOSÉ GUILHERME - Chegou assim, Príncipe encantado, de armadura, matando a bruxa e salvando o Reino. Faz cinco mocinhas se sentirem princesas todos os dias.
Até hoje me pergunto como fui me enganar tanto, apesar de todos os avisos que me deram para não ir, que o lugar era bom para passar uns cinco dias, primitivo para quem conhece civilidade e que o normal é que viessem para cá. Mas eu estava enfeitiçada, havia tido uma amostra arquitetadamente montada para me enganar. E, naquele inferno, habitado por uma maioria de pessoas maldosas, interesseiras e semi-analfabetas, que estão vendendo descaradamente pedaços do Brasil aos estrangeiros, pois são preguiçosos quase todos, eu vi o diabo várias vezes.
De praias que nem de longe são as mais bonitas, um sol amarelo escuro, sem aquela claridade luminosa daqui ou do Rio de Janeiro. Falta Bahia naquele lugar! A comida é horrível, somente 22% da Capital tem rede de esgoto, as ruas esburacadas com sujeira escorrendo pelos becos, a miséria o tempo inteiro rondando, ninguém faz nada, não há reação, não se importam. Hospitais sucateados, escolas abandonadas, falta total de higiene em todos os lugares. Fui roubada, assaltada, enganada, lubridiada, humilhada, mal tratada, explorada e abandonada.
Passou. Como eu disse, faz um ano que estou em casa, não sinto mais dor, tudo dá certo, Estou mais bonita, sou sorriso constante, olhos que brilham.
Quero aqui agradecer algumas pessoas que cuidaram de mim no meu pós-trauma e foram primordiais para minha recuperação.
RAFAELLA CAROLINE - Ao meu lado, o tempo inteiro, nunca reclamou. Só amou e segurou a minha mão.
DOUTOR - Nunca deixou de acreditar em mim, mostrou que sempre foi meu melhor amigo. Moveu montanha, realizou o resgate. A melhor pessoa que já conheci!
RACHEL MAUAD - Me avisou antes, viu o demônio mascarado. Fez lembrar quem eu sou quando voltei.
FÁBIA - A excessão! Minha consolação, quem me estendeu a mão.
CLAUDIA - Não me julgou, mesmo podendo.
JOSÉ GUILHERME - Chegou assim, Príncipe encantado, de armadura, matando a bruxa e salvando o Reino. Faz cinco mocinhas se sentirem princesas todos os dias.


